Institucional
O hidromel é uma bebida alcoólica produzida a partir da fermentação de mel e água. Embora muitas pessoas só tenham descoberto o hidromel recentemente, trata-se de uma das bebidas fermentadas mais antigas conhecidas, com diferentes tradições de produção ao longo da história.
Mas hidromel não significa necessariamente uma bebida doce ou com sabor intenso de mel. Assim como acontece com vinho e cerveja, existem diferentes estilos, ingredientes, níveis de dulçor e perfis aromáticos.
Não existe um sabor único, e essa é a primeira surpresa de quem prova pela primeira vez. O que chega à taça depende de três coisas: a florada do mel, quanto açúcar sobrou depois da fermentação e o que mais entrou na receita.
Um tradicional suave é floral e sedoso, com o mel presente do começo ao fim. Um seco lembra um vinho branco seco: o mel aparece no aroma, não no açúcar. Um melomel traz a acidez da fruta por cima da base de mel. O que quase todos têm em comum é a persistência — o mel volta no retrogosto muito depois do gole, e é isso que costuma surpreender.
O que o hidromel não tem é gosto de mel puro. A levedura consome o açúcar do mel e devolve álcool e aroma; o que sobra é uma bebida fermentada, não mel diluído.
A faixa é larga: existem hidroméis de cerca de 5% a 18% ABV. Os mais leves se aproximam de uma cerveja; os mais encorpados, de um vinho.
Os rótulos Skadi de 750 ml ficam em 14% ABV. É por isso que a garrafa rende de 5 a 6 taças e pede taça de vinho, não copo.
Todo hidromel parte de mel, água e levedura. O nome do estilo vem do que entra junto:
Suave e seco não são meles diferentes nem graduações diferentes: são dois pontos de parada da mesma fermentação. Se ela é interrompida antes que todo o açúcar do mel seja consumido, sobra dulçor e o hidromel é suave. Se segue até o fim, quase nada de açúcar resta, e ele é seco.
Na Skadi, os dois Nyhet partem do mesmo mel de eucalipto — o que separa um do outro é onde a fermentação para. A comparação lado a lado está em hidromel suave ou seco.
É uma das bebidas fermentadas mais antigas de que se tem notícia, e não pertence a um povo só: fermentados de mel aparecem em tradições muito distantes entre si — nórdica, celta, grega, etíope, báltica. Faz sentido, porque a receita é o que acontece naturalmente quando mel, água e tempo se encontram.
As receitas da Skadi partem da tradição báltica de fermentados de mel, adaptada ao mel que o Brasil produz. Para entender o processo, veja como é feito o hidromel.
Para o passo a passo completo, veja como servir hidromel.
Hidromel é vinho de mel?
São bebidas próximas, mas o nome correto é hidromel. Vinho parte da uva; o hidromel parte do mel. "Vinho de mel" é apelido, não categoria — no Brasil o produto é registrado no Ministério da Agricultura como hidromel.
Hidromel é doce?
Nem sempre. Depende de onde a fermentação parou: existe hidromel suave, de dulçor presente, e hidromel seco, de dulçor discreto e acidez mais marcada.
Hidromel tem gás?
Os rótulos de 750 ml da Skadi são tranquilos, sem gás. Existem também hidroméis gaseificados, em geral mais leves e servidos bem gelados.
Hidromel precisa ficar na geladeira?
Garrafa fechada, não: guarde em pé, longe da luz e do calor. Depois de aberta, na geladeira, e consuma em poucos dias.
Com o que o hidromel harmoniza?
Os suaves vão bem com queijos, tábuas de frios e sobremesas. O seco acompanha carnes e pratos temperados. O melomel harmoniza com carnes, queijos curados e sobremesas de frutas vermelhas.
Onde comprar hidromel?
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